Teosofismo…

Helena Petrovna Blavatski (ou HPB, sigla da fundadora e guia do teosofismo) afirmava, entre outras versões e intencionais mentiras!, que recebera a “doutrina secreta” por psicografia ditada por dois mahatmas, mestres tibetanos já falecidos.

Os elementares, fadas, gnomos… regeriam a natureza. Miniatura
de 36mm.

Neste ponto da pretensa revelação pelos mais altos espíritos dos mortos, teosofismo e espiritismo coincidem.
O teosofismo apresenta-se como a “verdade absoluta”, pretende estabelecer “a pedra angular das futuras religiões da humanidade”.

&& Religião (de religare ) é a relação criatura-Criador. Como o Teosofismo poderia ser religião se nega a existência pessoal de Deus?!. São panteístas e portanto, ateus.

Pela convicção e pelo ateísmo prático, o teosofismo se identifica com diversos tipos de espiritismo.

— E como o espiritismo, o teosofismo está seguro de ser, através de HPB, o único caminho reto de revelação mediúnica dos espíritos superiores, “elo puro e abençoado entre os seres do Alto e os da Terra”.

A doutrina “revelada” (?) pelos mahatmas é completamente diferente da doutrina do espiritismo. Os teósofos desprezam os espíritas de todo tipo considerando que eles são miseravelmente enganados pelos “elementares”, seres inferiores, do plano astral que nem espíritos são.

… e tantos outros
Repetir-me-ia monotonamente se apresentasse singularmente outras seitas espíritas como os rosa-cruzes, os cabalistas, os san-martinistas, os neognósticos, os albigos, os “verdadeiros valentinistas”, etc, etc., etc.

Já no “Congresso Internacional do Espiritismo” de Paris em 1889, fizeram-se presentes os representantes dessas seitas do alto espiritismo. Em todas e cada uma delas a mesma certeza de serem os únicos que recebem de primeira mão a revelação do alto mundo espiritual. E não obstante, estes espíritos não só pela doutrina, mas também pela origem e características, são completamente diferentes dos mahatmas, dos pré-adamitas, dos caboclos e pretos-velhos, dos exus e orixás, e completamente diferentes das entidades que se comunicariam aos kardecistas e a tantos outros ramos do alto espiritismo.

Também no citado Congresso Internacional de Espiritismo participaram legitimamente, pois haveriam recebido a doutrina dos espíritos superiores, e com eles estariam em comunicação, numerosos outros espiritismos, ramos desmembrados do ocultismo, da cabala, do martinismo, dos rosa-cruzes, do teosofismo, do faquirismo, e outros vários nomes do alto espiritismo com conotações e influência oriental.

Pois bem, os “espíritos superiores” orientais não concordam com os ocidentais.

— Segundo os espíritas de influência budista -e segundo o budismo milenar -, os “espíritos” dos mortos nenhum ou muito pouco tempo teriam para comunicar-se com os vivos. Porque a reencarnação seria ou imediatamente, no instante da morte, ou no máximo após 49 dias, tempo em que os “espíritos” estariam num estado intermediário (bardo). Acontece, porém, que o bardo pouco ou nada poderia revelar de sensato, precisamente porque no bardo os “espíritos” dos mortos, muito desorientados, não teriam possibilidade de entender coisa alguma…

Ou reencarnação imediata, ou bardo. E há muitos espíritas por todo o mundo com essas teorias! Como poderiam receber a doutrina dos “espíritos”? Como poderiam receber essa mesma crença nesse “além”? Só a total falta de lógica de todos os tipos do fanatismo espírita não os impede de ser espíritas!

— Os espíritas do Japão acreditam desde tempos imemoriais que seus antepassados, espíritos familiares, geralmente considerados como “espíritos superiores” e bons, só vêm à Terra uma vez por ano, para rever seus lares. Precisamente na noite do 13º dia do 7º mês do antigo calendário.

&& Mesmo que só fosse por essa doutrina, o alto espiritismo do Japão já seria completa refutação das pretensas freqüentes revelações de tantos outros ramos do espiritismo.

“Espíritos Superiores” católicos?

— Cinco anos após os acontecimentos com as irmãs Fox, no primeiro livro de destaque publicado pelos espíritas (Lights and Sound”, de Henry Spicer, Londres), o teor geral das manifestações dos espíritos na Inglaterra e EUA era simpático ao catolicismo.

Á pergunta “qual é a verdadeira religião?”, a resposta mais freqüente dos “espíritos superiores” era do tipo: “Nenhuma é perfeita, mas a Igreja Católica é a mais próxima à realidade”.

— Stainton Moses, o grande líder nos princípios do espiritismo, declarou que seu “espírito guia” principal era nada menos que o do profeta Malaquias, que o foi orientando para a Igreja Católica:

“Durante essa fase de tua crença religiosa nós tínhamos dirigido teus estudos para a história daquela falange de pessoas que creram em Cristo (Messias, Deus…). Leste seus livros, vieste ao conhecimento do seu Credo, aprendeste deles muito do que é verdade real (…). Um raio de luz iluminou tua alma quando começaste a acreditar que um católico pode salvar-se e que Deus pode considerar com benevolência as orações dirigidas à Virgem (…) Percebeste a existência da intercessão dos santos e conheces a força da oração”.

— Seguidores de muitos tipos de espiritismo se autodenominam “os verdadeiros cristãos”. Allan Kardec – ou os seus “espíritos superiores”! – escreveu “O Evangelho segundo o Espiritismo” como sendo a verdadeira doutrina cristã revelada!

Se os espíritas são os verdadeiros cristãos, então as Igrejas universalmente denominadas cristãs -católica e protestantes- não seriam verdadeiramente cristãs…

O certo, em todo caso, é que o espiritismo e o cristianismo são completamente diferentes, qualquer semelhança ou coincidência em algum pequeno ponto é mera exceção.

O cristianismo é doutrina diretamente ensinada em vida por Jesus de Nazaré e transmitida também em vida por seus apóstolos. Jesus e seus apóstolos, com os milagres, provaram que Jesus era o Cristo prometido por Deus no Antigo Testamento. Os milagres confirmaram a revelação bíblica como de Deus.

O cristianismo em nada se baseia nas “revelações” dos espíritos.
“Se alguém, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anunciar um Evangelho diferente do que vos anunciamos, seja anátema”, escrevia S. Paulo (Gl 1,6).

— Acontece, porém, que com muitos médiuns espíritas, os “espíritos superiores” revelam (?) temas em plena consonância com a doutrina cristã, completamente incompatíveis com a doutrina do espiritismo, alto e baixo.

Tratar-se-ia de espíritos ainda mais altos, superiores aos do alto espiritismo, superiores aos mahatmas do teosofismo e até superiores aos orixás e outras divindades dos diversos tipos de espiritismo? Não. Simplesmente é prova manifesta de que tudo depende do inconsciente dos médiuns, do ambiente…

— Baste citar aqui, entre muitíssimos exemplos, uma quadrinha psicografada por Chico Xavier:

Acha ele -e acham os espíritas- que é o espírito do falecido poeta popular brasileiro Antônio Nobre (o “Anto”) que lhe dirige a mão na psicografia destes versos dedicados aos velhos abandonados:
“Ó figuras de velhinhos que andais dormitando ao léu!

Como são belos os linhos

Que vos esperam no Céu!”

Nesses quatro versos, destila-se ampla contradição fundamental com a doutrina espírita. Grande médium, grande poeta. Espíritos superiores. Se, porém, o sofrimento fosse castigo de vidas anteriores, os velhinhos abandonados não estariam muito desenvolvidos espiritualmente. Nem o próprio Chico Xavier, pois além de doente, levou desde a infância uma vida de sofrimentos. Nem o poeta do além seria espírito superior. Esperar-lhes-iam ainda muitas outras reencarnações, mas, não obstante, fala-se aqui de um nascer venturoso no além, sem pesado carma. Fala-se expressamente do céu.

A lógica (?) espírita deve optar entre a doutrina católica, que haveriia sido revelada aqui do além ao grande médium Chico Xavier, ou renegar da doutrina espírita…
Adorando o orixá da cachoeira.

“Espíritos” de coisas!

Aludi no artigo anterior ao que deveria ser -se não tivesse decaído -o puro espiritismo afro-brasileiro e o candomblé ortodoxo do Brasil.

Adorando o orixá da cachoeira.

Os espíritos comunicantes “jamais foram encarnados e não o serão jamais”. Assim se pensava no início do espiritismo africano. Todas as coisas estão animadas, tudo tem alma. O espírito do trovão, do rio, do mar… O mesmo com as plantas. O mesmo com os animais. E as almas de todos os animais, vegetais e coisas eram pequenos (?!) deuses. Bons e maus. Orixás e exus.

Ao longo dos séculos os exus e orixás, os daímones e outras divindades do animismo primitivo foram cedendo passo à ciência e se transformando. As divindades subalternas que animavam todos os elementos da natureza experimentaram o duplo movimento de vaivém.
1º) O avanço da ciência suprimiu essas divindades das forças naturais.

E a “alta magia” aceitou esse progresso, começando a falar de elementais ou “espíritos dos elementos”.

A antiga e “alta magia” dividia os elementais em quatro categorias: salamandras ou espíritos do fogo, silfos ou espíritos do ar, ondinas ou espíritos da água, gnomos ou espíritos da terra.

Pela palavra espíritos designavam algo sutil, invisível e de existência temporária; nada, absolutamente nada tendo de igual ou parecido com os espíritos dos mortos; nada, absolutamente nada tendo de espiritual. Só o nome.

2º) Aconteceu, porém, que os praticantes da magia e do ocultismo, assim como o povo, sem entender as teorias dos “mestres” voltaram a personificar os elementais. Não os converteram de novo em daímones ou orixás…, mas deram-lhes personalidade humana.

Esse antropomorfismo exotérico (externo) é completa deturpação dos conceitos esotéricos (internos ou ocultos). A maioria dos modernos teósofos, ocultistas, rosa-cruzes etc. cai nessa deturpação.

Os antigos magos hebreus também não evocavam os espíritos dos mortos, contra o que erradamente afirmam os “mestres” do espiritismo. Os magos hebreus evocavam Ob, que nada tem a ver com o espírito racional -neshamah-, nem com a alma (o que anima) sensitiva -ruah-, nem com a vegetativa -nephesh-.

O Ob dos hebreus designava praticamente a mesma coisa que a magia greco-romana chamava Manes. Os Manes também nada, absolutamente nada tinham a ver com os espíritos dos mortos, contra o que também erradamente entenderam os “mestres” do espiritismo.

Ob, Manes (e tantos outros nomes) não designam seres espirituais. Eqüivalem quase plenamente -prescindindo de detalhes em civilizações tão diferentes- ao conceito de elementais, conceito muito comum a muitas civilizações quando a reflexão no primeiro movimento do vaivém reagiu contra o animismo primitivo.

O conceito de elementais também nada tem a ver com os monumentais erros de perispírito, corpo astral, duplo etérico etc. considerados absurda e contraditoriamente envoltórios (?!) do espírito.

Bastem agora estas idéias gerais.
Esta mentalidade ignorante e primitiva, tendo degenerado mais ainda, prolifera em sincretismo com o espiritismo. Muitos povos ao longo da história, como ainda hoje povos “primitivos” (não só na África e no espiritismo latino-americano de origem africana…) conservam essa mentalidade.

— Assim por exemplo, Maye se surpreendeu ao descobrir no moderno vudu haitiano que evocavam, além de mortos e deuses, os espíritos da locomotiva da localidade!

— Entre os antigos Incas do Peru -e a doutrina se conserva- havia sacerdotes e virgens consagrados aos grandes deuses Sol, Lua, Estrelas…., e também os chamados Hecleloc, que incorporavam os deuses secundários e maus para fazer curas e adivinhações.

— Na Patagônia, os epitéticos sempre foram considerados iguais aos sacerdotes e sacerdotisas em transe compulsivo, incorporados por divindades maléficas. Assim pretendem fazer curam e adivinhações.

— A mesma coisa entre os índios carajás do Brasil.

— Os batas, de Guiné espanhola, escolhiam seus sacerdotes -adivinhos, curandeiros- entre os loucos e seus filhos, respeitavam seus oráculos como de origem em diversas divindades.

— Igualmente, os habitantes de Nias, ilha da Indonésia.

— Para Kardec (no máximo do simplismo ou plena idiotice), todos esses deuses e espíritos são espíritos perversos de mortos. Seus oráculos, curas, adivinhações etc. são puros enganos mal-intencionados. Seus sacerdotes e sacerdotisas são médiuns de baixo calão.

O espírito dos animais! Tradicionalmente, desde épocas imemoriais até nossos dias, o povo chinês acredita que quando alguém, por crueldade ou libertinagem, mata um animal, o espírito (!?) da vítima incorpora-se ao agressor até a completa expiação da culpa. Dessa mentalidade surgiram práticas de desobsessão, doutrinamento, evocação dos espíritos dos animais mortos.

“Um homem e sua esposa, em Vang-Tcheu, tinham uma gata favorita, e esta gata deu à luz três gatinhos. Como a maioria de outros animais domésticos, esta família de felinos tinha suas tendências á rapina (gatunos!), e estava constantemente roubando diversos petiscos que uma jovem empregada reservava para si. No fim, a jovem ficou tão exasperada que matou gata e gatinhos, um após outros, em diferentes oportunidades”.

“Em pouco tempo a moça foi afetada por violenta doença, miando e arranhando como um gato e apresentando todos os sintomas da raiva. Seus patrões, suspeitando a verdadeira (?!) causa dos ataques da jovem, exorcizaram a gata mãe, inquirindo por que tinha assombrado o corpo da jovem. A gata (?!), falando pela boca da jovem, relatou então os maus-tratos que recebera e contou o modo como foram mortos seus filhotes. Um afogado, outro despedaçado por um cachorro e o terceiro queimado vivo. Tudo isso foi dito pela própria jovem (é claro!), procedendo como uma gata, e depois caiu em convulsões aos pés da patroa” (prosopopéia e histeria).

Interrogada sobre este caso, respondeu outra revista especializada em assuntos da China: “Os chineses acreditam firmemente em histórias como a referida”.

— Camille Flammarion (colaborador de Allan Kardec) deixa transparecer toda essa mentalidade supersticiosa e profundamente ignorante de acreditar nos espíritos das coisas e dos animais, subjacente a tantos tipos de espiritismo. Pretendendo explicar as “casas mal-assombradas”, escreve:

“Este primeiro conspecto nos patenteou uns tantos exemplos variados, extravagantes, inexplicáveis, pueris, de uma banalidade algo irritante (…). Que significação poderemos atribuir a esses efeitos incompreensíveis, cuja banalidade nos revolta? Eles revelam atos intencionais, idéias confusas, próprias de uma mentalidade inferior”.

Em vez de assim detectar os fundos primitivos do inconsciente humano, responsável pelas chamadas “incorporações” (?!), sugere meio envergonhadamente:

“Neste nosso planeta não há exemplos de pensamentos sem cérebro. E no entanto, certos efeitos do raio deparam-se tão singulares que deixam a impressão de ocultos propósitos”.

E em vez de detectar a sabedoria do Criador, de novo sugere o espírito das coisas e dos animais: “Por outro lado, as leis que regem o sistema planetário não derivam de um cérebro (…). Que é o instinto da galinha, que choca os ovos durante vinte dias para gerar os pintinhos?” E até o afirma despudoradamente: “Há espírito na natureza”.

Tal e tão extremo golpe à unanimidade da revelação espírita, desferido pelo sucessor de Allan Kardec na presidência do espiritismo internacional…

Até as plantas teriam espíritos humanos e “espíritos” de animais! Duas orquídeas.

Nem anjos nem demônios. Dediquei um amplo livro, “Antes que os demônios voltem”, a pôr luz nas dicussões teológicas e cientificas, que sempre houve, esparsas, e hoje são mais generalizadas. Aqui bastem estas idéias gerais: Os anjos de que se fala na Bíblia são simplesmente um modo respeitoso de se referir a Deus. Mas esta “suplência” ou artifício de linguagem não exclui -antes supõe -a existência de anjos.

Existem anjos rebeldes ou diabos? Apesar de o tema não ser propriamente bíblico ou parte da Revelação Divina, é uma verdade geralmente admitida por outros argumentos filosófico-teológicos. Há criaturas espirituais, unicamente espirituais, anjos. Se livres, alguns viriam a ser diabos (depois, erradamente, confundidos com demônios etc.).

Aceita-se a possibilidade de que milhares de místicos católicos, que ao longo dos séculos acreditaram estar em íntima comunicação com os anjos da guarda, projetassem e dramatizassem assim simplesmente seus sentimentos de união com Deus.

Citam-se milagres, falsos ou verdadeiros, dos anjos: seriam, nos falsos milagres, erros de interpretação de fenômenos parapsicológicos humanos; e nos verdadeiros, milagres de Deus.

Allan Kardec acreditando fundamentar-se nos “espíritos superiores” dos mortos, liquida a discussão: de Deus até o homem só existem espíritos de mortos.

Nisso os davinianos concordam com os Kardecistas. Escrevia Andrew Jackson Davis: “Há uma corrente que se estende do homem à Divindade. E uma corrente do homem em diversas etapas de progresso (…). Lembremo-nos de que todos os espíritos e anjos já foram homens”.

A petulância de Allan Kardec chega ao máximo. Nem sequer conhece a vida dos santos, garante, porém:

Os anjos da guarda são espíritos guias, e os anjos em geral são espíritos bons de mortos, quando se comunicam com médiuns que apóiam a doutrina por ele codificada. Se não, mesmo os maiores santos são frívolos; e os anjos da guarda, tão benfazejos, na realidade são espíritos malignos de mortos!

& Por outro lado, negar a existência de seres espirituais que não foram homens rompe todos os limites da petulância. É pôr-se contra toda a filosofia, contra todas as religiões, contra toda a tradição judeu-cristã, e inclusive contra espíritas mais cultos, como por exemplo Oliver Lodge, que também defende a necessidade filosófica de que Deus haja criado seres plenamente espirituais, anjos.

E o próprio Deus. A Bíblia alude aos “terafim” (Gn 31,19; Jz 17,5; 1Sm 15,22. 19,13), ídolos domésticos, equivalentes aos deuses Penates dos romanos. Pelos movimentos inconscientes transmitidos à estatueta (paracinesia) serviam para adivinhações.

No Efó os sacerdotes levavam as “sortes sagradas” para adivinhações (1Sm 2,28; 14,18s.; 23,9s.; 30,8; Jz 17,5; 18,14s). Se por sorte saía a madeirinha chamada Urim significava sim; saindo o tummin seria não (Cf. 1Sm 14,41).

Inicialmente os hebreus acreditavam, com o beneplácito dos sacerdotes oficiais e levitas, que o próprio Deus dava respostas por intermédio dessas técnicas adivinhatórias.

&& Não corresponde à Bíblia ou à teologia a interpretação dos fatos do nosso mundo, mas transmitir e interpretar a doutrina sobrenatural, a Revelação Divina. Os antigos hebreus atribuíam a Deus esses fatos, hoje bem conhecidos e explicados pela parapsicologia. É certo que tudo provém de Deus, geralmente através das “causas segundas”, mas aqui estamos falando da procedência direta, muito diferente, os milagres.

Na verdadeira doutrina bíblica, esssa prática supersticiosa era condenada. Possivelmente referindo-se também a instrumentos de adivinhação idênticos ou parecidos com os que hoje se chamam, respectivamente, “prancheta” ou “oui-já” (igual à “brincadeira do copo” etc.) e varinha do rabdomante, o profeta denunciava em nome de Deus: “Meu povo consulta o seu pedaço de madeira e o seu bastão faz-lhe revelações (…). Eles se prostituíram, afastando-se de seu Deus” (Os 4,12).

Manifestamente superstição dos hebreus primitivos. A partir da época davídica, essas práticas foram abandonadas. Eram fenômenos parapsicológicos, nada tendo a ver nem com manifestações de Deus.

— Allan kardec, porém, e os demais líderes do espiritismo estão seguros de que os fenômenos atribuídos a Deus pelos hebreus deviam-se a espíritos de mortos. E espíritos maus, pois revelavam doutrina distinta de Allan Kardec!

Segundo Lombroso, eram “instrumentos aptos a estabelecer comunicações com o Além-túmulo”.

De Vesme arrisca: “Provavelmente não eram mais do que instrumentos mediúnicos”.
Igualmente consideram mediúnicos, devidos á intervenção dos espíritos dos mortos, diversos fenômenos parapsicológicos que alguns na Igreja Primitiva (com o mesmo erro dos carismáticos de hoje) consideravam carismas ou dons do Espírito Santo.

Conan Doyle, presidente da Federação Espírita Internacional, cita Sto. Irineu: “Ouvimos que muitos irmãos na Igreja possuem dons proféticos”.
E Conan Doyle comenta: “Isto é, mediúnicos”!

Continua citando Sto. Irineu: “E falam, através do Espírito, diversas línguas e revelam, no interesse geral, coisas ocultas aos homens, explicando os mistérios de Deus”.

Com a expressão “através do Espírito”, evidentemente Sto. Irineu referia-se ao Divino Espírito Santo.

Conan Doyle, porém interpreta-a com referência ao espírito de algum morto. E acrescenta: “Nenhuma passagem poderia descrever melhor as funções de um médium de alta classe”.
E agora, Allan Kardec? “De alta classe”, apesar de serem sempre pessoas devotas e santas, ambiente e doutrina católica!

Pouco depois, os pretensos dons do Divino Espírito Santo (repito, salvo algum milagre, geralmente meros fenômenos parapsicológicos mal-interpretados) em pessoas devotamente seguidoras da doutrina católica, o “grande mestre” espírita Doyle ainda reiteradamente ensina que se trata de manifestações de espíritos de mortos:

“Quando Tertuliano teve a sua grande controvérsia com Márcio, tomou os dons mediúnicos para um teste da verdade. Nas Constituições Apostólicas estava discutindo esses dons ou variadas formas de mediunidade (…). Então como agora, a mediunidade tomava diversas formas, como o dom das línguas, de cura, de profecia e outros (…). Os vários dons, que em geral correspondem ás nossas diferentes formas de mediunidade”.

&& Espíritos superiores e portanto com médiuns de alta classe segundo Conan Doyle, mas segundo Kardec e outros mestres do espiritismo, essas manifestações atribuídas a Deus seriam de “espíritos” baixos e médiuns frívolos! Até as pedras estariam com espírito humano e de animal. A esquerda se vislumbra o rosto de um homem. No meio “O cão sentado” e na frente do cão, embaixo, se vislumbra um macaco. Em Nova Friburgo (RJ).

Até as pedras estariam com espírito humano e de animal. A esquerda se vislumbra o rosto de um homem. No meio “O cão sentado” e na frente do cão, embaixo, se vislumbra um macaco. Em Nova Friburgo (RJ).

É o próprio homem.

Orquídea Brava, uma chinesa residente nos Estados Unidos, teria travado uma desproporcionada luta para defender-se de um fantasma monstruoso, enorme, com três braços. A filha de Orquídea Brava escreveu, num livro bastante divulgado, as memórias da sua mãe na luta com os monstros do além.

Aquele fantasma era um entre inúmeros fantasmas aterradores nos quais a tradição chinesa acredita. É freqüente que vejam os espíritos dos mortos masculinos, com crista de galo; e os femininos com corpo de galo gigante e só a cabeça de mulher.

Para Orquídea Brava, como para multidão de chineses, os fantasmas terrificantes, “fantasmas do muro”, monstros, são reais.

Qualquer pessoa, que não se tenha intelectualmente deformado nessa herança de séculos de superstição, compreende que tudo é simplesmente imaginação ou, em último caso, com base nos fenômenos parapsicológicos.

— Da China e dos Estados Unidos pulamos para a África. Os lunda, os luvale, os ndembu de Zâmbia e muitos outros povos africanos explicam esses espíritos aterradores.

A população vive aterrada pelos feiticeiros -dizem os antropólogos-. É inútil evitar um feiticeiro, porque há muitíssimos. Pensam que os feiticeiros contam com a amizade de poderosos espíritos, capazes de causar doenças e mesmo matar quando e a quem o feiticeiro quiser; podem também curar, conceder riquezas… Se o feiticeiro não pedir morte para alguém, o espírito pode matar o próprio feiticeiro, porque precisa de sangue.

Mas se livrarmos essas crenças da ganga da superstição, veremos a verdade: “esses espíritos familiares são criados pelos feiticeiros a partir do sangue das suas vítimas”. Deixemos de lado vítimas e sangue. “São criados pelos feiticeiros”: São uma projeção da imaginação humana. É o próprio homem. Para o bem ou para o mal. Tanto os espíritos bons como os espíritos maus.

O Teosofismo concorda. . H. P. Blavatski começa por referir-se aos íncubos e súcubos da mentalidade medieval. São “evocados das regiões invisíveis pela paixão e a concupiscência humanas”. Identifica-os com espíritos sensuais e obscenos (como a “Pomba-Gira”, por exemplo, na Umbanda) que certos médiuns pensam incorporar.
“Na realidade são ‘gules’, ‘vampiros’, elementos sem alma, centros informes de vida, desprovidos de sentido. Numa palavra: protoplasmas subjetivos quando os deixam tranqüilos, mas que atuam como seres inteligentes e maus quando evocados pela criadora e enfermiça imaginação de um mago ou de uma bruxa”.–

— O Teosofismo é drasticamente contra a interpretação espírita.

“Pergunta: não acreditais no espiritismo?”
“Teósofo: se por espiritismo entendeis a explicação que os espíritas dão de alguns fenômenos incomuns, declaramos decididamente que neste caso não. Afirmam que (…) são produzidos pelos espíritos dos mortos (…), que voltam à Terra, segundo dizem, para se comunicar (…). Rejeitamos completamente esse ponto. Afirmamos que os espíritos dos mortos não podem voltar à Terra. (…). Nem se comunicam com os homens. Casos raros e excepcionais (são interpretados) de modo inteiramente subjetivo”.

O verdadeiro sentido do termo subjetivo é: originado e existente no interior da pessoa, isto é, não provém de fora nem existe fora da invencionice humana.

Com respeito à “alta revelação”, que HPB diz haver recebido, é evidente que há uma grande contradição.

Como vimos afirma que recebeu toda a doutrina por revelação de espíritos tibetanos, os mahatmas.

Mas agora também afirma categoricamente que a comunicação dos espíritos é subjetiva. Não pode, portanto, ser objetiva e menos ter toda a freqüência que seria necessária para que HPB pudesse receber a abundantíssima, repetitiva e enfadonha doutrina do Teosofismo.

Também o Ocultismo contra o Espiritismo. Aquela mais ou menos velada descrição dos “gules” ou “elementos sem alma”, “centros informes” etc. corresponde aos “elementares”, “cascões”, “larvas” etc. do “mundo astral”, segundo várias correntes do Ocultismo.

O “grande mestre” dos ocultistas, Papus, garantia: “Aquilo que o espírita chama um espírito, o ocultista chama um elementar, uma casca astral”.

Os elementares “flutuam ao redor da Terra no mundo invisível, enquanto os princípios superiores (o homem, o espírito principalmente) evoluem em outro plano (…). Não é o espírito que vem a uma sessão, é o elementar da pessoa evocada, isto é algo que o defunto não possui, senão os (baixos) instintos e a memória das coisas terrestres”.

“O ocultismo -acrescenta Papus- admite como absolutamente reais todos os fenômenos do espiritismo. Mas (…) os atribui a uma multidão de outras influências em ação no mundo invisível”.

“O ser humano cinde-se em vários elementos depois da morte, e aquilo que se comunica (ou que se capta nas sessões espíritas) não é o ser todo inteiro (nem o espírito do morto), senão um resto do ser, uma casca astral”. O que acontece é que “a ciência oculta é demasiado difícil para ser compreendida e demasiado complicada para os leitores habituais dos livros espíritas”.

— Mais recentemente as mesmas idéias foram esposadas por certas personalidades que chegaram a fazer-se famosas. Podemos chamá-las neo-ocultistas ou neo-hermetistas, ou aprendizes de magos em busca de se tornar super-homens: destacadamente Gurdjeff e Kremmerrz.

&& Partem da premissa errada, positivista, de que não seria possível a sobrevivência do espírito e da consciência pessoal:

— Após a morte, pairariam no ar unicamente alguns elementos do composto humano, resíduos e conglomerados, muito diferentes do espírito, a alma humana individual. Esses “cascões astrais” é que seriam evocados pelos magos e pelos espíritas de todos os níveis. Essas “larvas” é que se reencarnariam.

“Se os espíritas soubessem realmente quem são os seres que obedecem ao seu chamado, talvez morressem de espanto”, dizia o iniciado (e romancista) Gustav Meyrink. É que no “mundo astral”, além dos horríveis “cascões”, “larvas”, “elementares”, resíduos em decomposição após a morte do homem, também estão lá as “formas pensamento”: cada pensamento humano originaria no “mundo astral” um “eco” subsistente.

— Explica o ocultista Laedbeater: Cascões dos mortos e formas pensamento dos vivos alimentam-se pelas vibrações. O plano astral em esoterismo significa não um lugar do espaço, mas uma condição ou estado de vibração. Chama-se também mundo do desejo, precisamente porque constituído e alimentado pelas vibrações dos pensamentos, sentimentos e imaginações do homem. A maior vibração depende da maior paixão. Isso é que seriam os chamados espíritos bons e maus. Mas é sabido que lamentavelmente na humanidade abundam mais os pensamentos inconfessáveis…

— É preciso lembrar que nada menos que o conhecido filósofo inglês Broad, além disso bom conhecedor da fenomenologia parapsicológica, inicialmente inclinou-se à interpretação ocultista tomada ao pé da letra -sem ocultismo-. Ao menos como uma teoria possível, por ser imensamente menos inverossímil do que a hipótese espírita. Todos e cada um desses resíduos seriam meros reservatórios de memória, depósitos captados pelos médiuns espíritas.

O próprio Broad reconhece, porém, que a descoberta da telepatia inutilizou não só a intervenção dos espíritos dos mortos, mas também todo esse arrazoado de resíduos amnésicos…

Representação hindu, datada no século II antes de Cristo: A árvore divinizada.

A Revelação do Ocultismo – Segundo todas as outras correntes do ocultismo divergentes do espiritismo, sem ocultismo, sem ocultar a verdade, no fundo dessas expressões de cascões, elementares, formas, mundo astral, resíduos mnésicos etc., se está afirmando que as revelações espíritoides procedem do inconsciente humano.

Desmascarando as expressões que ocultam o verdadeiro significado, o ocultismo em grande parte coincidiria com a parapsicologia. A explicação ocultista e a explicação científica da parapsicologia (e antes, do magnetismo e hipnotismo a respeito de alguns fenômenos) freqüentemente seria a mesma. A parapsicologia -dá a entender o prestigioso parapsicólogo Robert Amadou- diferencia-se do ocultismo porque não encobre a realidade, “não aceita relações ocultas”.

Um exemplo: Elifas Levi. É sem dúvida nos tempos modernos um dos maiores representantes ou “mestres” do ocultismo e nenhum mago contemporâneo pode prescindir dele…

Elifas Leví descreve a evocação que ele mesmo fez de um espírito superior, nada menos que o de Apolônio de Tiana, talvez o maior mago dos tempos antigos.

&& Mas Elifas Levi sabe que na realidade não se trata de manifestação do espírito de Apolônio nem de nenhum outro espírito. É, única e limpamente, manifestação de forças do inconsciente do próprio Levi, “embebedamento da imaginação”, como ele diz expressamente.

Elifas Levi era formalmente anti-espírita e anti-reencarnacionista. Ás vezes dizia ser a reencarnação de Rabelais, mas por pura brincadeira. Escreve a respeito René Guénon: “Tivemos sobre este ponto o testemunho de quem o conheceu pessoalmente, e que, sendo reencarnacionista, de nenhuma maneira pode ser suspeito de parcialidade”.

Muitos ocultistas posteriores, precisamente por influxo do espiritismo, aceitaram a reencarnação…., mas excepcionalmente! Se alguns espíritos reencarnassem, seria por um privilégio extraordinário, muito tempo depois da morte, para uma missão, muito especial, e eles conservariam a lembrança plena de tudo o que aprenderam e da própria vida anterior.

Em geral, pela total diferença de critérios na elaboração da doutrina, os ocultistas têm o maior desprezo pelo espiritismo.

“A gosto do Consumidor”. Acreditando todos os espíritas na comunicação de espíritos -que espíritos?-, só em uma coisa poderiam estar de acordo todos os espíritas do mundo: em que os espíritos superiores não estão de acordo em nada.

A enorme diversidade das doutrinas pretensamente reveladas pelos espíritos mostra irrefutavelmente que não se trata de revelações dos espíritos dos mortos. São efeito da diversidade de tendências e ambientes deste mundo. Não é admissível que no além os espíritos dos mortos, ao menos os espíritos superiores continuem com a total inexperiência e desconhecimento direto que neste mundo há das verdades do além.
A diversidade das doutrinas espíritas condena o espiritismo.

— Escreve um “mestre” espírita brasileiro de hoje, Herminio C. Miranda: “Tudo (…), o estritamente doutrinário, (…) está contido na doutrina espírita ordenada por Allan Kardec (…). Todo pesquisador sério e bem-intencionado que se dispuser a estudar os fenômenos psíquicos chegará às mesmas conclusões contidas nas obras básicas do espiritismo (…). É fato irrefutável que as linhas mestras das conclusões conferem e coincidem nitidamente, qualquer que seja o experimentador, desde que intrinsecamente honesto diante daquilo que observa e relata”.

&& Só uma mente completamente minada pelo próprio espiritismo pode acreditar na total imbecilidade de que no espiritismo “as linhas mestras (…) conferem e coincidem nitidamente”! Os espíritas que me perdoem: a respeito da doutrina dos espíritos superiores não posso evitar lembrar-me da frase irônica de Oliver Herford: “Os pensamentos de uma mulher são mais limpos que os dos homens: mudam-nos continuamente”.

O mesmo Kardec sabia que existia, previa que continuaria e temia a enorme diversidade doutrinal. Há muitas frases como esta do seu “Projeto” (1868): “Um dos maiores obstáculos da propagação da doutrina é a falta de unidade”.

— E por isso instituía, como de capital importância, um chefe com plena autoridade, uma Comissão Central também de plena autoridade.

&& Mas como poderia haver uma autoridade capaz de dirimir as diversidades quando se trata precisamente de seguir revelações de espíritos superiores? Acaso os espíritos superiores estão de acordo em alguma coisa?

— Allan kardec deixou escrito… perdão: os espíritos superiores -superiores a que outros?- revelaram: “Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus espíritos jamais ousassem uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que (…) tem sido o menos enganado”.

Todos, portanto, estão enganados.

Conclusão – Retomo as palavras do início do artigo anterior. Ou Allan Kardec -e pode-se aplicar a cada chefe de cada ramo do espiritismo- foi o maior gênio da humanidade, ou então sua petulância raiou a extrema loucura. Certamente não foi o maior gênio da humanidade…

Há outros motivos, mas ao menos pelos motivos citados nestes dois últimos artigos, é justo concordar com Daniel Dunglas Home: “Sabe-se que Allan Kardec não foi médium. Ele nada fazia senão magnetizar ou psicologizar pessoas mais impressionáveis do que ele”.

E Daniel Dunglas Home (que terminaria por rejeitar plenamente o espiritismo) foi considerado pela maioria dos “mestres” do alto espiritismo, kardecistas e davinianos, latinos e anglo-saxões, como o maior médium de todos os tempos!

Menos por Kardec, “seu inimigo íntimo”. Não é de hoje que se interpretam estas últimas palavras –mais uma, entre muitas, das investidas que Home lançou contra Kardec– no sentido de que os médiuns foram dirigidos, influenciados por Allan Kardec “a traduzirem seu próprio pensamento e não a captarem mensagens do além”.

Tratando-se de uma revelação única, como a revelação judeu-cristã da Bíblia e da Tradição, pode surgir muita diversidade de interpretações em cada uma das suas partes. Todos os exegetas, porém, evidentemente estão de acordo em que a verdade revelada por trás de cada texto difícil é uma só, e procuram alcançar o sentido verdadeiro das palavras, a verdade única de cada parte da Revelação. É uma Revelação Divina. Os homens, porém nem sempre a interpretam corretamente, daí a separação dos judeus e a diversidade das denominações cristãs.

Não é assim no espiritismo. As palavras “reveladas” pelos “espíritos superiores” freqüentemente estão claras, claríssimas. Não se trata de diversidades interpretações da “revelação espírita”, trata-se clarissimamente de diversidade de pretensas revelações.

É necessário que as verdades do além nos sejam reveladas do além. Evidente. Mas o único modo de sabermos que uma doutrina, digna e lógica, é revelada por um “Espírito Superior”, é procurar o milagre confirmativo. Em vários livros e muitos artigos exponho que Deus (Pai, por Moisés e os profetas; Filho em Cristo e pelos Apóstolos, e Espírito Santo o dia de Pentecostes) provou pelos milagres que era realmente o Espírito Supremo vindo para revelar a verdadeira Doutrina. Só pelos milagres pode ser válida a afirmação de que Sua Doutrina é verdadeira, e todas as outras, em tanto quanto se afastarem da dEle, originadas em falsos profetas.

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