“REVELAÇÕES DOS ESPÍRITOS = DOS DEMÔNIOS”

Em “O livro dos médiuns” Allan Kardec, na sua imensa ignorância (e grande desejo de enganar), afirma:

“Abaixo de Deus não há outros espíritos, senão almas humanas, desencarnadas (?) e encarnadas (…) Pela palavra demônios devem entender-se os espíritos impuros (…) Seu estado é transitório, espíritos de homens maus que com reencarnações (?) se purificariam (…) Os demônios não são outra coisa que os maus espíritos, e salvo a crença de que os primeiros são perpetuamente voltados ao mal (…), não há entre eles senão uma diferença de nome”.

É tão absurda a pretendida comunicação espírita, que pessoas inteligentes chegaram até o erro de identificar os se-dizentes espíritos comunicantes com alguém vindo do Inferno (!?) ou até com o mesmíssimo Diabo (!?).

Ensina (?) o “grande mestre” Mario Cavalcanti de Mello:
“Eis os diabos da Igreja Romana: simples criaturas desencarnadas a produzirem fenômenos com o auxílio de médiuns. Criaturas humanas”.

E Zeus Wantuil, que foi Presidente da Federação Espírita Brasileira, começa por criticar o dogma da Igreja Católica…

A demonologia, embora Wantuil não o saiba, não pertence ao dogma…

Critica, pois, as crendices de muitos séculos entre católicos e protestantes a respeito da atividade demoníaca, e acusa essas crendices de absurdas e causadoras de grandes males.

Não lhe falta alguma razão nisso, embora as circunstâncias históricas não sejam tão simples como ele, e todos os inimigos da Igreja, supõem ou fingem que não sabem…

Por fim, o “mestre” espírita desemboca no que agora nos interessa:
“Era, porém, chegada a hora de tudo ser esclarecido (?), e ficou demonstrado (?), provado (?), que os tais demônios nada mais eram que as almas daqueles homens que na Terra foram maus, frívolos, brincalhões, materialistas, indiferentes, hipócritas, orgulhosos, fraudadores etc., e que ao atravessar o túmulo, em pouco ou em nada mudaram, conservando como é mais lógico (!?) os mesmos defeitos e imperfeições que possuíam quando no corpo de carne”.

Nessas frases há vários erros, mas o que interessa agora é que, segundo o espiritismo, os demônios, ou diabos, ou… (os “mestres” espíritas caem na mesma, ou maior, amalgama de conceitos da crendice secular), seriam os espíritos “desencarnados” (?) dos homens maus. Segundo o espiritismo, não existiriam demônios no sentido cristão (o exato seria dizer diabos, anjos livremente desobedientes a Deus; demônios era o nome dado às doenças internas).

SERIAM DEMÔNIOS DISFARÇADOS

Ora, se segundo os espíritas tudo o que entre os cristãos foi explicado (?) pela intervenção dos demônios deve entender-se como intervenção dos “espíritos inferiores” dos mortos, o inverso tem que ser aceito pelos espíritas: tudo o que os espíritas explicam (?) por intervenção dos “espíritos inferiores” dos mortos se enquadra no requinte de malícia, na perversidade monstruosa, da intervenção dos demônios no conceito dos cristãos.

Exemplos? Todas as chamadas comunicações de espíritos! Muitos casos são bem sintomáticos:

Já as irmãs Fox, que deram origem ao espiritismo, grandemente veneradas pelos espíritas, estavam convencidas no começo de que o espírito “comunicante” era o próprio Diabo. Escreve o “mestre” espírita Carlos Imbassahy:

“Foi o comunicante que se declarou espírito (lembremos o “grande argumento”: “Eles próprios o afirmam”, artigo No.3) (…), o chamavam de pé de bode (…) e o tinham como demônio, pois só o demônio poderia vir entreter-se com os homens, só o demônio poderia ser o batedor (tiptologia) invisível. Coisas do demônio, em suma”.

Imbassahy nem percebeu as conseqüências profundas que para os espíritas deveria ter tal identificação feita pelas fundadoras do espiritismo…

Num terreiro em Cuibá (MT) os acontecimentos arrepiavam as testemunhas. Correu a fama pela cidade.

“Meu irmão Wanderley -Magalhães de Siqueira-, muito corajoso, aceitou o ‘desafio’ e foi lá. No fim do show, estando o médium ainda possuído pelo espírito, meu irmão aproximou-se e perguntou:

– ‘Quem é o senhor? Qual a sua origem?’.
– ‘Senhor, não. Senhor é só Aquele de lá de cima’, corrigiu imediatamente o possesso.
– ‘Então, quem é você? De onde você vem?’

Ele deu mostras assustadoras de não gostar da pergunta. Mas perante a insistência, valentia e esconjuros de Wanderley, terminou por responder:

– ‘Eu sou um anjo caído, um anjo condenado, vim do inferno'”.

Tudo é contraditório. Se fosse um demônio não reconheceria que “Senhor, só Aquele lá de cima”. Se fosse um espírito inferior, mau, de morto, não mostraria tal respeito ao Senhor. E se fosse um “espírito superior” não mentiria disfarçando-se de demônio.
Mas tudo é compreensível na simples prosopopéia do inconsciente do médium em transe, em estado alterado de consciência.

CONCORDAM OS ESPÍRITAS MENOS INCULTOS

Escreve Staiton Moses:
“O médium está sempre exposto aos assaltos de todos os espíritos malignos (…), somos vítimas de um sistema organizado de cruel impostura, indo até servir-se dos mais sadios sentimentos do gênero humano. O espírito que age de tal modo, apesar de manter um ar de sinceridade e elevação, deverá sem dúvida ser o demônio em pessoa, travestido de anjo de luz”.

Devem reconhecê-lo os espíritas menos incultos, os anglo-saxãos, dado que tal ensinamento teria sido recebido mediunicamente pela psicografia nada menos de Staiton Moses, para eles um dos mais confiáveis médiuns da história do espiritismo, ou o mais confiável e prestigiado.

CONCORDAM NA TEOSOFIA

 

Assim C.W. Leadbeater…:
Gaspar era um fantasma, visto só duas vezes, “envolto num amplo capote e com chapéu alto e de abas largas”, mas durante três anos anunciava com psicofonias o futuro (precognição, Pcg) a todos os membros da família e aos empregados.

Comenta “o grande mestre” teosófico:
“Naturalmente, alguns indivíduos desta família deviam ter aptidões mediúnicas, de modo que o desencarnado (?) tirara deles a matéria (telergia invisível e ectoplasma visível) suficiente para emitir a voz física (psicofonia) e aparecer (fantasmogênese) por duas vezes. Quando a família se mudou para outro país, o comunicante não a seguiu, porque talvez tivesse se elevado a um nível do qual lhe fosse mais difícil a comunicação”.

Isto é, quanto menos desenvolvido o espírito, mais fácil seria a comunicação; quanto mais desenvolvido, mais difícil, até tornar-se impossível…

E com respeito a uma pretensa aparição de Sto. Estanislau Kostka, o mesmo autor, ignorando que os milagres são por poder divino, não dos santos, explicita mais a mesma “explicação”. E isto é que agora interessa:

“Embora isto (que se tratasse de aparição do santo) seja possível (segundo o mestre teósofo e os espíritas!), não é, no entanto, provável, pois Sto. Estanislau Kostka morreu há muitos anos, e parece inverossímil que um homem de sua categoria se detivesse tanto tempo no mundo astral (?!), não obstante haver morrido moço, pois precisaria para isso (…) de um conjunto de circunstâncias quase impossível de reunir. Ao homem de (…) vida depravada é possível permanecer dilatado tempo no mundo astral, porém não a alguém de natureza tão delicada, terna, pura e devota como o famosos jesuíta”.

Isto é, após a morte só os espíritos de pessoas depravadas poderiam se comunicar com os vivos…

CONCORDAM NO OCULTISMO

Enfim, entre outros exemplos, basta citar o proceder de uma das maiores autoridades do esoterismo. É sabido que Agrippa abandonou o ocultismo e voltou ao catolicismo, porque ficou convencido de que na evocação dos mortos, na necromancia, na magia etc. quem agiria é o Diabo e seus demônios, mascarando-se de espíritos de mortos e de forças ocultas da natureza. Depois disso só a Bíblia e a teologia lhe interessavam.

É muito fácil alencar, como já se fez, “recitados de testemunhas” das maiores vilezas oriundas do espiritismo.

É muito fácil alencar, como já se fez, “recitados de testemunhas” das maiores vilezas oriundas do espiritismo.

ERRADAMENTE CONCORDAM TAMBÉM NO CRISTIANISMO

Entre os teólogos protestantes, aqueles que pesquisaram do ponto de vista da Sagrada Escritura as manifestações do espiritismo são praticamente unânimes em afirmar que se devem aos demônios. Fundamentam-se principalmente em que o espiritismo está severamente condenado na Bíblia, onde é chamado de abominação (por exemplo em Lv 18,9-12).

Muitos teólogos católicos -quando não bem a par das pesquisas da parapsicologia, como lamentavelmente é freqüente- concordam com os protestantes.

Igualmente muitíssimos entre o povo cristão em geral, de acordo com o seguinte raciocínio clássico -errado!-: não podem ser nem Deus nem os anjos, nem as almas do céu nem as do purgatório, porque a doutrina espírita se afasta quase em todos os pontos da doutrina cristã. Não podem ser, também não, as almas dos condenados ao inferno, porque ninguém sai do inferno pelo próprio poder e Deus não faria um milagre para enganar na doutrina… E daí concluem com um erro…, até maior: são, por conseguinte, os demônios. E “esquecem” que se trata simplesmente de fenômenos humanos.

Alcançou grande difusão entre os católicos e elogios da revista “Civiltà Cattolica” o livro de Mousseaux. Ele analisa as “proezas” dos médiuns norte-americanos. Analisa também “as mesas girantes” (paracinesia), muito em voga então, nos primórdios do espiritismo. E assegura que se trata unicamente de “comércio com os demônios”.

— Também ele apoia-se preferentemente em textos bíblicos…
À Bíblia não corresponde a análise de fatos, isso pertence à Ciência. A Bíblia é um livro de Doutrina (e moral…) Sobrenatural Inobservável.

PROSOPOPÉIA

Em plena discussão entre espíritas e pioneiros da parapsicologia, surge o grande cientista Pierre Janet. Estuda sem preconceitos, analisa os fatos, demonstra que são manifestações do inconsciente e cura os doentes. Não há mais base para discussão.

Um exemplo clássico, entre os pioneiros da pesquisa, semelhante a muitos outros relativamente freqüentes:

“Dailll, um homem de 33 anos, é levado à Salpêtrière no mês de novembro de 1891, em um estado lamentável. Tem o rosto coberto de sangue e com crostas secas. Porque se fere com as próprias unhas. Tem os olhos desvairados de espanto, os lábios gretados. Não pode ficar senão acompanhado e estreitamente vigido. Quando deixado sozinho, procura fugir”.

Para os espíritas e para as testemunhas não-especialistas que conhecem um caso destes, não haveria dúvida: trata-se de obsessão por espíritos perversos ou pelos demônios. Acenam para os fatos. Só pode ser perverso quem “o arrojou, pés atados, num pântano (…) Sente outro demônio no peito, que o impele a pronunciar blasfêmias (…) Vê o demônio, todo preto, com chifres e figura ameaçadora (…) Após seis meses, só fala de demônios, enxerga-os, ouve-os, sente-os diante de si, e comete mil loucuras (…) Escuta o obsessor cochichar ameaças no ouvido, maldições e conselhos perniciosos, como ‘dá-te à bebida’, ‘está chegando o fim do mundo’ (…), ‘vai deitar sobre os túmulos do cemitério’, onde foram enterrados os corpos dos espíritos obsessores ou de outros companheiros. Uma manhã, sem motivo, estoura em riso (…) que aterroriza todos os presentes. Ri sem parar durante várias horas e depois diz todo tipo de incongruências”.

Para a ciência, porém, nem demônios nem espíritos. Pierre Janet, após as devidas análises e com toda sua experiência, diagnosticou, e é reconhecido plenamente pela parapsicologia:

“Alucinações de todos os sentidos complicadas por desejos impulsivos e por interpretações delirantes (…) Delírio de possessão, com agitação maníaca aguda”.

Tal diagnóstico será ridicularizado de imediato pelos “mestres” do espiritismo, na sua ignorância. E negado também por alguns teólogos, que acreditam em “milagres do demônio” (?!). É notável como esta interpretação supersticiosa fanatiza inclusive pessoas em outros temas equilibradas e inteligentes! Apoiam-se em preconceitos teóricos, sem analisar nem entender de antecedentes, etiologia, pródromos da doença e descobertas da ciência experimental.

Responde Janet e a ciência:
“Não obstante eu sei e posso demonstrar (…) que se trata de um delírio verdadeiramente histérico”:

1º ) ANTECEDENTES
“Este doente pertence a uma família evidentemente com muitas taras: o pai era supersticioso e obsessivo; o avô paterno em várias ocasiões fugiu inconcebivelmente; a mãe é de temperamento instável e alcoólica, como também a avó materna; Daill foi sempre medroso e impressionável”.

Alguma vez alguém plenamente sadio, física e psiquicamente, sofreu “incorporações” ou “possessões”?

2º ) ETIOLOGIA
Muito habilmente Janet provocou escritas automáticas (psicografias):
“O demônio comunicava-se nas suas escrituras como os espíritas nas suas experiências espíritas. Conseguimos transformar estes atos subconscientes em sonambulismo (hipnótico). O doente encontrava normalmente neste estado todas as lembranças, e pode explicar-nos as causas psicológicas (…). Fazia um ano que empreendera uma pequena viagem (…) Durante a viagem, Daill atreveu-se a trair sua esposa e ficou cheio de remorsos e atormentado pela idéia de uma doença contagiosa” (…)

Está patente a origem da histeria, suprimindo o recurso supersticioso a demônios ou espíritos obsessores.

3º) PRÓDROMOS
“Daí seu mutismo e o afastamento da mulher (…) Sombrio e preocupado falava pouco e rejeitava a esposa. ‘O mau humor continuou e parecia -dizia sua esposa- ter perdido a fala porque fazia esforços para falar sem consegui-lo, tinha de escrever o que desejava’. Mais adiante falava um pouco, mas caiu em angústias e aniquilamento (…) O doente recusava-se a abandonar o leito, não se barbeava e deixou de se alimentar. Ficava imóvel, quase não falava e desviava-se da esposa e da filhinha (de sete anos) (…) Havia sonhado que estava muito doente e que morreria logo. Imaginou que foi transportado ao inferno, ao meio dos demônios. Neste momento o sonho subconsciente havia engrandecido e provocado as alucinações no seu consciente. As interpretações do doente fizeram o resto e determinaram o delírio”.

Sobram os demônios. Sobram os espíritos dos mortos.

4º) E POR FIM A CURA
Com técnicas de psicoterapia, “num mês o ‘diabo’ foi batido e retirou-se definitivamente. Dois anos depois a cura mantém-se absolutamente completa (…) Não precisamos acrescentar que um caso destes é fácil de curar”.

Quantos casos semelhantes, e aparentemente mais impressionantes por serem acompanhados de fenômenos parapsicológicos, casos inclusive enviados em desafio por exorcistas e espíritas foram curados em pouco tempo e definitivamente na Clínica do CLAP. Alguns casos publiquei no livro “Antes que os demônios voltem”. Sem exorcismos. Sem trabalhos de “limpeza”, ou “descarrego”, ou desencosto”…, que na realidade aumentam a mentalidade supersticiosa e multiplicam os casos epidemicamente. Só com conhecimentos de parapsicologia e com psicoterapia. Cura natural de causas e fenômenos naturais…

CONCLUSÃO

Mas não estamos aqui tratando de demonologia, o que fazemos em outros numerosos artigos. O que interessa aqui é destacar que o espiritismo em geral é tão cheio de contradições, de ignorância, tão anti-religioso em geral e tão anti-cristão em particular, de tão baixo calibre…, que as pessoas mais inteligentes, de todos os ângulos e inclusive os próprios líderes do espiritismo acabaram por identificar os supostos espíritos com os demônios!

O espiritismo em maus lençóis.

 

9 Comentários

  1. GILMAR DIVINO DA SILVA

    Bem, se o Espiritismo está errado e é doutrina do demônio, o catolicismo que já queimou mediuns torturou e matou pessoas, também é coisa desse tal demônio de voces.

  2. Carlos

    Bom, reflexões e argumentações devem ser isentas de ataques pueris e também de emoções explícitas, dando em conta que o debate que você propõe não contra-argumenta, apenas tenta invalidar o que foi informado, cujo o seu texto não é propriamente uma análise lógica e imparcial, e sim sua opinião mediante ao conjunto de fatos que ainda não pesquisou.

    Tentando ainda ser mais sintético, o diabo é sim invenção do homem. Sendo você gnóstico ou não, se professa ou não uma religião, os argumentos que me utilizo são os mesmos das religiões que tem conhecimento da existência de um Deus.

    Deus sendo a causa de tudo, todas as coisas são obra de Deus. Todos tendem para o mesmo objetivo, a perfeição. Se há diferença evolutiva quanto ao moral das pessoas, se deve ao motivo que umas são mais experimentadas que as outras, ou seja, aprenderam mediante as inúmeras sucessivas encarnações através de vida que iram complementando o seu próprio aprendizado.

    Se o diabo realmente existisse, seria como nós, nem mais, nem menos, já que Deus é a inteligência suprema que rege todas as outras. Ainda na lei que tendem a progredir todas as criaturas, o diabo aí estaria incluso, pois ele próprio não ficaria estacionado em um estágio de inferioridade absoluto, e evoluiria sua condição moral, deixando de ser ignorante (falta de conhecimento), transformando em uma criatura melhor, até o cume que chamamos de perfeição, ou para alguns, anjos.

    Por isso eterno é tudo aquique existência em sua própria natureza, Deus, somos subordinados à essa causa primeira, então devemos sim a nossa existência à Dele, já que não conseguimos existir por nossa própria vontade.

    Além do mais, diabo é o maior bode expiatório que a humanidade criou, pois se há justiça de Deus ao termos sempre uma nova chance de reparar e aprender com os nossos erros, o mesmo não se pode dizer da “justiça” que diz que você só errou por causa de uma força maligna cuja única razão existencial é ser a influência negativa nas pessoas induzindo-as ao erro, e este “ser” ainda sim seria obra de um deus, mas injusto e contrariando as próprias leis.

    Quanto mais se entende o que são Leis Eternas e Imutáveis, maior é a compreensão do todo, e por consequência direta deste entendimento, é possível desmistificar uma conveniente ideia que explica tudo aquilo os que as religiões querem omitir: você é juiz da própria causa.

  3. Jayme

    Muito bom o artigo. Não só o presente, mas todos os demais artigos que tenho lido no site de vocês. Já fui espírita no passado e há bastante tempo sou católico. Entendo que, de fato, há algo de muito estranho nessas ditas comunicações mediúnicas. Em verdade, as resposta que os ditos espíritos te dão, para qualquer tipo de pergunta, NUNCA são respostas conclusivas e esclarecedoras. Quando essas respostas trazem detalhes da sua vida é pq você permitiu – tenho certeza disso. Já fiz alguns testes de campo com alguns médiuns, inclusive com um que foi referendado por várias pessoas. Diziam que essa pessoa acertava tudo sobre o seu futuro. Resolvi pagar para ver (literalmente – rs). No momento da consulta pediu para que eu relaxasse, fechasse os olhos e pegasse em suas mãos. Fiz exatamente isso, mas com um pequeno detalhe: enquanto o médium estava tentando “prever o meu futuro” eu estava com a minha mente completamente vazia, sem pensar em nada, meio que num estado meditativo/contemplativo. Final da história: o médium ficou todo sem graça e não conseguiu predizer absolutamente nada. Me portei de modo semelhante com outros médiuns e a reação deles é sempre a mesma – ou dizem que não conseguem ler nada ou dizem que eu não estou “relaxando”. Para mim, com essas experiências, ficou evidente que para ocorrer leitura mediúnica esses ditos médiuns precisam sempre de matéria mental sua.

  4. Karin Valenzuela

    tengo hace un par de años que me esta pasando algo extraño con respecto al alchol y me  aparecen  marcas raras en la cara… de hecho los hojos morados creo que es algo extraño, me gustaria que me contactaran y contarle mi historia…

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